Linha de cerol corta jugular de criança em Manacapuru
A menina Gisele Farias Fernandes, 10, está entre a vida e a morte no hospital geral de Manacapuru, vítima do cerol de uma linha para papagaio de papel estendida no meio da rua. A população de Manacapuru está revoltada e exige que a polícia e a justiça ajam firmemente no sentido de proibir essa brincadeira na área urbana, principal mente perto de aglomerados residenciais, a fim de que a vida das pessoas seja preservada. Eles têm razão.
O que aconteceu com Gisele já ocorreu em Manaus, em Itacoatiara, Parintins e por aí afora. Ela vinha conduzindo sua bicicleta próximo ao estádio Gilberto Mestrinho quando, sem mais nem menos, esbarrou na linha esticada. Com cerol. Ela apenas sentiu o sangue escorrer. Mesmo assim conseguiu chegar a um posto de saúde já banhada em sangue. O medido plantonista analisou a menina e a encaminhou imediatamente para o hospital geral. Gisele estava com a veia jugular cortada. Uma vida de 10 anos se esvaindo por conta de irresponsáveis que teimam em soltar papagaios de papel em plena via pública, em áreas residenciais e, o que é pior, em locais onde o trânsito de pessoas é corriqueiro.